Salve,
É eu sei, muito tempo que não escrevo nada, realmente ando sem muita criatividade. Nos últimos dias ando lendo muito mais do que escrevendo, depois que terminar algumas leituras posto algo sobre os livro.
Bem, ontem [22/08/2010], fui fazer uma prova para professores de matemática, concorrendo a uma vaga na prefeitura do Rio. Um comentário rápido sobre a prova, estava um saco.... Sério, pra que tanta conta desnecessária ? Será que eles não deduzem que uma pessoa formada em matemática, com certeza sabe fazer conta ? Pra que ficar "testando" isso ? porque não colocar questões onde a analise crítica do problema, onde um "estalo", uma observação, ou até mesmo conhecimento puro sobre um determinado assunto é mais valioso que simplesmente fazer continhas. Tá claro que a prova não tinha só continhas, e estava até difícil a prova [chutei 7/35 de matemática], mas o que me revoltou foi o grande número de questões onde se precisava ficar fazendo continhas e mais continhas, que desgastavam o candidato [pelo menos a mim desgasta] e o fazia perder tempo em uma questão.
Em fim, o objetivo do post não é esse, apesar de ter a ver com a prova.
Na parte de português da prova, logo no primeiro texto, me surpreendi com a qualidade do texto que eles colocaram. Um texto com conteúdo e crítica ao estilo de vida moderno, que cutuca e provoca em cada ponto chave de maneira simples e genial.
Segue abaixo o texto completo, enjoy.
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PASSEIO SOCRÁTICO
Frei Betto
Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de executivos dependurados em telefones celulares; mostravam-se preocupados, ansiosos e, na lanchonete, comiam mais do que deviam. Com certeza, já haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um outro café, muitos demonstravam um apetite voraz. Aquilo me fez refletir: Qual dos dois modelos produz felicidade? O dos monges ou o dos executivos?
Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: “Não foi à aula?” Ela respondeu: “Não; minha aula é à tarde”. Comemorei: “Que bom, então de manhã você pode brincar, dormir um pouco mais”. “Não”, ela retrucou, “tenho tanta coisa de manhã...” “Que tanta coisa?”, indaguei. “Aulas de inglês, balé, pintura, piscina”, e começou a elencar seu programa de garota robotizada. Fiquei pensando: “Que pena, a Daniela não disse: ‘Tenho aula de meditação!’”
A sociedade na qual vivemos constrói super-homens e supermulheres, totalmente equipados, mas muitos são emocionalmente infantilizados. Por isso as empresas consideram que, agora, mais importante que o QI (Quociente Intelectual), é a IE (Inteligência Emocional). Não adianta ser um superexecutivo se não se consegue se relacionar com as pessoas. Ora, como seria importante os currículos escolares incluírem aulas de meditação!
Uma próspera cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito. Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: “Como estava o defunto?”. “Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite!” Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?
Outrora, falava-se em realidade: análise da realidade, inserir-se na realidade, conhecer a realidade. Hoje, a palavra é virtualidade. Tudo é virtual. Pode-se fazer sexo virtual pela internet: não se pega aids, não há envolvimento emocional, controla-se no mouse. Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizi nho de prédio ou de quadra! Tudo é virtual, entramos na virtualidade de todos os valores, não há compromisso com o real! É muito grave esse processo de abstração da linguagem, de sentimentos: somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais. Enquanto isso, a realidade vai por outro lado, pois somos também eticamente virtuais…
A cultura começa onde a natureza termina. Cultura é o refinamento do espírito. Televisão, no Brasil - com raras e honrosas exceções -, é um problema: a cada semana que passa, temos a sensação de que ficamos um pouco menos cultos. A palavra hoje é ‘entretenimento’; domingo, então, é o dia nacional da imbecilidade coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela. Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: “Se tomar este refrigerante, vestir este tênis, usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá!” O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose.
Os psicanalistas tentam descobrir o que fazer com o desejo dos seus pacientes. Colocá-los onde? Eu, que não sou da área, posso me dar o direito de apresentar uma su gestão. Acho que só há uma saída: virar o desejo para dentro. Porque, para fora, ele não tem aonde ir! O grande desafio é virar o desejo para dentro, gostar de si mesmo, começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globocolonizador, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis: amizades, auto-estima, ausência de estresse.
Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Se alguém vai à Europa e visita uma pequena cidade onde há uma catedral, deve procurar saber a história daquela cidade - a catedral é o sinal de que ela tem história. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping center. É curioso: a maioria dos shopping centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingos. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas...
Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas. Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno... Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer de uma cadeia transnacional de sanduíches saturados de gordura…
Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: “Estou apenas fazendo um passeio socrático.” Diante de seus olhares espantados, explico: “Sócrates, filósofo grego, que morreu no ano 399 antes de Cristo, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia: “Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz.”
Frei Betto é escritor, autor do romance “Um homem chamado Jesus” (Rocco), entre outros livros.
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Pra quem gostou do texto e quiser ler outros textos do mesmo autor, ele foi retirado deste link:
http://www.freibetto.org/index.php/artigos/73-passeio-socratico
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Vida Marinha
Estou a um tempo sem postar, mas é porque não ando me revoltando com nada ultimamente e nem tenho tido boas discussões pra me dar ideias.
Mas essa tira do RyotIRAS foi linda de mais, precisava colocar aqui.
Mas essa tira do RyotIRAS foi linda de mais, precisava colocar aqui.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Ódio a TV

Já reparou que na TV aberta é absurdamente raro se ter um programa que preste ?
São só programas banais, como novelas, "casos de família", programas de fofocas, entre outros.
As novelas podem ser do tipo:
Divertida, normalmente com um roteiro pobre, que muitas vezes chega a querer chamar a gente de idiotas, com situações que não costumam ter graça nenhuma, costumam ser curtas e não dão lá muita audiência;
Melodepressivas, apelam pro emocional, relacionamentos complicados, traições, problemas familiares, tragédias, tudo que o povo quer.
Se não forem de nenhum dos dois tipos, não vai dar audiência e vai sair do ar bem rápido, porque não faz o gosto do povão ou porque é tão ruim que nem o povão aceita.
Programas do tipo "casos de família", fofocas, são desprezíveis, eles simplesmente vive em função da vida alheia. Como o povo ama uma fofoca e falar da vida dos outros esses programas sempre tem audiência e lotam a sua televisão a tarde onde se concentra o maior número de pessoas que não tem nada pra fazer em casa.
Se as pessoas cuidassem mais das suas vidas ao invés de ficar tomando conta da vida dos outros elas conseguiriam resolver seus problemas e também dariam paz pra outras resolverem os delas.
Sem falar em BBB que é um dos programas mais assistidos pelos brasileiros e que simplesmente fala sobre o que... fofoca e vida alheia, as pessoas não conseguem nem viver a vida delas, não sabem nem tomar decisões por elas mesmas, tem medo de fazer qualquer coisa que saia da rotina mesmo que vá melhorar a sua vida, não arriscam nada, mas fazem questão de se intrometer na vida dos outros pra dar palpite de como ela deve levar a vida dela.
Quando não novelas temos os programas de "humor" como, A Praça é Nossa, Zorra Total, todos esses que são copias da Escolinha do Professor Raimundo, Programa do Didi e por ai vai, que não passa de um humor medíocre que é uma afronta para o intelecto do ser humano. Isso quando eles não confundem humor com apelação sexual, ou seja na verdade eles fazem qualquer merda que chame atenção do povão. Quem assiste a essas bostas são pessoas babacas com o mínimo de intelecto possível que ficam babando pra qualquer bunda que apareça na frente deles como cachorros olhando pro frango rodando na padaria.
Ou então se fala de futebol o tempo todo. Acho um absurdo tremendo, em pleno jornal nacional se falar de futebol, como podem... vai ter um programa que vai falar só disso logo em seguida, tem a necessidade de falar sobre no jornal ? Ainda mais com essa maldita copa do mundo acontecendo, eu desisti de assistir jornal até essa merda acabar, são blocos inteiros falando só de futebol, copa e África. Não consigo aceitar que um país considere futebol mais importante que informação.
Sem nem falar o quanto de informação a/o TV/jornal manipula, eles são completos formadores de opinião. Quando se tem algo que pra eles não será favorável não é divulgado, como leis por exemplo, agora quando tem alguma coisa que pra eles é lucro ser divulgada, passam a todo instante, fazem campanhas, show beneficente em prol dessa "causa" que eles dizem defender e vestir a camisa mas no fundo é tudo jogo de interesses. Sem contar também no quanto de informação é manipulada/distorcida por conta da estatística, que ódio eu tenho de estatística, ela consegue desvirtuar a ideia da informação sem mentir. Como disse Pitigrilli "Estatística: a ciência que diz que se eu comi um frango e tu não comeste nenhum, teremos comido, em média, meio frango cada um."

Mas fazer o que ? É isso que o povo quer, eles querem é lucro, audiência, pra que se preocupar querendo passar programas que acrescentem algo pro povo quando o povo quer é banalidades, fofoca e futebol, vamos dar ao povo o que eles querem...

Quem disse que "a gente não quer só comida; a gente quer comida, diversão e arte.", a maioria prefere viver na ignorância, enquanto não investirem em educação e fazer com que o povo se torne mais consciente e acabe com essa maioria absoluta de zumbis, inconscientes da própria vida, vamos continuar vivendo na política do "pão e circo".
Enquanto eles receberem a bolsa esmola, tivrem o restaurante popular e ter futebol eles estão felizes, fazer o que, gado se contenta com pouco mesmo, desde que tenha um pasto verde pra ele pastar tá ótimo, ele não sabe que vai ser abatido depois mesmo, como dizem "a ignorância é uma bênção"
Arte, programas culturais, com conteúdo para o melhoramento das pessoas, críticas a sociedade, praticamente não se vê. Só o que se tem é isso, essa infinidade de adições de zeros inúteis e fúteis a sua vida... e porque a TV é assim ? porque você assiste, você que assiste a essas merdas que nutre tudo isso, quando as pessoas pararem de assistir qualquer coisa, começarão a fazer programas descentes, se você assiste a essas merdas e reclama dos programas, para de assistir porra, desliga a TV vai fazer algo de útil cassete, enquanto você assistir e nutrir, isso nunca deixará de existir.

E o pior que nem com a TV lhe obrigando/intimando as pessoas vão, elas insistem em nutrir isso... se você for assim, faz o favor de morrer.
Só pra constar, me referi a TV aberta a todo momento, TV fechada ainda tem algumas coisas boas, mesmo que também sejam poucas, mas na aberta é algo quase em extinção. E a todo momento que falei pessoas/povo/povão estou me referindo aos zumbis.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
A verdade sobre a verdade
O que é a verdade? Quantas vezes já acreditamos em coisas que mais tarde descobrimos serem bem diferentes daquilo que pensávamos? Quantas vezes a "ciência" nos provou por meio de estudos e experimentos "científicos" que certas coisas seriam improváveis e até impossíveis de acontecer e errou?
Não é preciso se esforçar muito para lembrar de fatos como o ocorrido na década de 30, no qual um notável físico da época provou por meio de cálculos físicos e matemáticos que era impossível existir televisor a cores, ou de um artigo publicado na revista "The WestingHouse Engineer" no final da década de 50 onde utilizando-se de todo o conhecimento adquirido até a época e com base em cálculos físicos e matemáticos, foi provado que um computador jamais superaria a impressionante marca de 1MHz de velocidade de processamento.
A verdade é que a verdade está em cada um de nós. Depende de nossas vivências, nosso conhecimento, experiência e bagagem. Cada pessoa possui sua própria verdade, e tudo aquilo em que uma pessoa acredita passa a ser a sua verdade. O que nós não podemos fazer é "parar" no tempo, nos fechar para outras possibilidades e idéias, pois o que hoje acreditamos ser o correto, pode ser provado amanhã o contrário. Na busca intelectual de fatos e verdades, devemos ser honestos com nós mesmos.
"A corrente de ferro da Verdade, que nós (homens) qualificamos de invariável, nos mantém cegos em um círculo vicioso. Tecnicamente pode-se ter razão nos fatos e, no entanto, estar-se eternamente equivocado na Verdade" (Operação cavalo de Tróia 3 - J.J.Benítez). Devemos parar de temer a Verdade. A Verdade é nossa amiga e nossa aliada. "O Homem permanece no recanto das trevas por medo que a luz da Verdade lhe faça ver coisas que desmoronariam as suas conjecturas" (OVNIs: S.O.S. à Humanidade - J.J.Benítez). Na busca intelectual de fatos e verdades, devemos ser honestos com nós mesmos.
"Devemos ter ciência que a Verdade não é propriedade de ninguém, de nenhuma raça. Nenhum indivíduo pode reclamar sua exclusividade. A Verdade é a natureza simples de todos os seres..." (Swami Vivekananda - Mestre Indu)
Não é preciso se esforçar muito para lembrar de fatos como o ocorrido na década de 30, no qual um notável físico da época provou por meio de cálculos físicos e matemáticos que era impossível existir televisor a cores, ou de um artigo publicado na revista "The WestingHouse Engineer" no final da década de 50 onde utilizando-se de todo o conhecimento adquirido até a época e com base em cálculos físicos e matemáticos, foi provado que um computador jamais superaria a impressionante marca de 1MHz de velocidade de processamento.
A verdade é que a verdade está em cada um de nós. Depende de nossas vivências, nosso conhecimento, experiência e bagagem. Cada pessoa possui sua própria verdade, e tudo aquilo em que uma pessoa acredita passa a ser a sua verdade. O que nós não podemos fazer é "parar" no tempo, nos fechar para outras possibilidades e idéias, pois o que hoje acreditamos ser o correto, pode ser provado amanhã o contrário. Na busca intelectual de fatos e verdades, devemos ser honestos com nós mesmos.
"A corrente de ferro da Verdade, que nós (homens) qualificamos de invariável, nos mantém cegos em um círculo vicioso. Tecnicamente pode-se ter razão nos fatos e, no entanto, estar-se eternamente equivocado na Verdade" (Operação cavalo de Tróia 3 - J.J.Benítez). Devemos parar de temer a Verdade. A Verdade é nossa amiga e nossa aliada. "O Homem permanece no recanto das trevas por medo que a luz da Verdade lhe faça ver coisas que desmoronariam as suas conjecturas" (OVNIs: S.O.S. à Humanidade - J.J.Benítez). Na busca intelectual de fatos e verdades, devemos ser honestos com nós mesmos.
"Devemos ter ciência que a Verdade não é propriedade de ninguém, de nenhuma raça. Nenhum indivíduo pode reclamar sua exclusividade. A Verdade é a natureza simples de todos os seres..." (Swami Vivekananda - Mestre Indu)
Resposta a: Pensando
Resposta referente ao texto, Pensando, escrito por Suzana.
http://76643-7.blogspot.com/2010/05/pensando.html
Inicialmente iria só postar nos comentários mas acabei escrevendo mais do que planejado e resolvi postar.
Texto muito bom e como de costume você acaba soltando umas frases que... mostram o quanto você sabe e não sabe que sabe.
Adorei essa:
"Coisas simples, muitos não param para perceber, mas quando querem parar para vê-las... Já passou... Como o vento."
As pessoas andam tão ocupadas, preocupadas, atrasadas, com pressa, stressadas... tão presas as "coisas" que o sistema impõem a elas que acabam esquecendo de prestar atenção no que é verdadeiramente importante e as coisas belas da vida.
"A arte nao existe, o que existe é o artista, é ele que ve arte em tudo."
Muitos não dão importância as coisas simples por considera-las banais ou sem importância, mas esquecem que os problemas grandes todos enxergam, ninguém nunca vai ser pego de surpresa por um problema grande, mas por problemas pequenos ninguém espera que vá gerar algo maior.
Assim como pro lado positivo também, as pessoas dão valor de mais a gestos grandiosos e esquecem que no final o mais importante não são momentos e sim o todo, a soma da "infinidade" de pequenos gestos que constrói uma vida, uma amizade verdadeira, uma família...
"Grandes realizações não são feitas por impulso, mas por uma soma de pequenas realizações"
Vincent Van Gogh
"Todas as coisas difíceis têm sua origem nas que são fáceis e as grandes nas que são pequenas" Lao-Tzu
http://76643-7.blogspot.com/2010/05/pensando.html
Inicialmente iria só postar nos comentários mas acabei escrevendo mais do que planejado e resolvi postar.
Texto muito bom e como de costume você acaba soltando umas frases que... mostram o quanto você sabe e não sabe que sabe.
Adorei essa:
"Coisas simples, muitos não param para perceber, mas quando querem parar para vê-las... Já passou... Como o vento."
As pessoas andam tão ocupadas, preocupadas, atrasadas, com pressa, stressadas... tão presas as "coisas" que o sistema impõem a elas que acabam esquecendo de prestar atenção no que é verdadeiramente importante e as coisas belas da vida.
"A arte nao existe, o que existe é o artista, é ele que ve arte em tudo."
Muitos não dão importância as coisas simples por considera-las banais ou sem importância, mas esquecem que os problemas grandes todos enxergam, ninguém nunca vai ser pego de surpresa por um problema grande, mas por problemas pequenos ninguém espera que vá gerar algo maior.
Assim como pro lado positivo também, as pessoas dão valor de mais a gestos grandiosos e esquecem que no final o mais importante não são momentos e sim o todo, a soma da "infinidade" de pequenos gestos que constrói uma vida, uma amizade verdadeira, uma família...
"Grandes realizações não são feitas por impulso, mas por uma soma de pequenas realizações"
Vincent Van Gogh
"Todas as coisas difíceis têm sua origem nas que são fáceis e as grandes nas que são pequenas" Lao-Tzu
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