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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Lute
( versão original em espanhol '' Lucha"- Suzana Fernandes)

No presente percebi que todos nós devemos ter uma luta interior. Onde devemos lidar com cada dia com toda a garra e esforço possível e impossível. Lutar para conseguir acorda cedo, lutar para pegar o ônibus cedo e não chegar atrasado ao trabalho ou escola, resistir às aulas que parecem chatas, mas não são, lutar por um bom dia, com palavras de afeto e ações exatas, apropriadas. Fazer um esforço para não deixar seu professor abaixar a cabeça. Ele é um ser humano bom, porque ensina e quem ensina... Ama. Resistir à ofensas de pessoas que nem sabem o que estão falando, então resista. Lute para não deixar o medo lutar com você, caso ele tente, o vença! Pois o medo é o único covarde e o seu verdadeiro eu, não é, é na verdade um vencedor por ter o vencido. Resista às tentações da pressa, ela é irritante e perturba a perfeição. Não lute por sorriso. Ele é puro! E vem como um vento fino e gostoso em dia frio. Lute sempre por seus objetivos esses sim são preciso lutar e muito, a cada minuto, a cada respiro seu. Lute para que não desista, mesmo que o seu coração doa, doa o que doer desistir doe mais bem depois. A desistência é irmã do medo.
Se esforce até o último suspiro da alma para chegar ao seu topo, ao seu auge. Lute pelo amor próprio. Não lute pelo amor deixe que ele lute por você, afinal se você for de verdade o amor te acompanha. Lute para não perder a fé, pois se você tem fé, você tem Deus. Lute para acreditar. Não lute pela luta errada, mas se errar... Lute para concertar.
Não lute por lutar, lute por algo puro. Não deixa a luta te vencer, mas vença a luta. Lute por 2 diplomas. O primeiro diploma é o diploma “Eu amo” . Eu amo a vida, eu amo Deus, eu amo as pessoas, eu amo tudo que fiz e não me arrependo do que não fiz, eu simplesmente... Amo. O segundo é o “Eu luto”. Eu luto, eu lutei, eu lutarei. Eu lutei por ensino, pelo ensino eu lutei, não importa se já desisti o importante é que recomecei. Lutei e descobri que o tempo só passa quando passa a gente e se a gente driblar o tempo é a gente que passa ele. A última coisa que descobri foi que a esperança é que lutou por mim. A esperança é algo vivo, mas não a vi ainda, só a sinto. Caso a encontre não a perca. A esperança é o que nos move.


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- Bom , depois de um tempinho eu aqui rs'. Esse texto é uma versão em portguês, traduzida por mim. Tive que fazer esse texto em um dia, urgentemente, pois a cordenadora da Fundec pediu que eu fizesse um texto pra motivar os alunos e tal em espanhol... Então fiquei super nervoza e esperei a inspiração vir e então saiu, não do jeito que esperava mais até ficou legal, afnal eu sempre acho que está falatando algo , mas tudo bem. Espero que gostem !
- E... Esperem que eu não vou sumir por muito tempo, tenho preparado vários textos, só falta o retoque final
^^  Resolvi postar esse porque eu não sei rs...Mas está aí, acredito que nada é feito por nada, sempre tem algo a dizer seja ruim ou bom, sei que meus escritos me tocam e espero que soem bem em vocês também. Acredito que o que vem puro da alma sempre mexe com as pessoas e se tocar a própria... Já está ótimo. Quero que meus leitores entendam meus escritos e se for puro.... Os tocará, uma coisa ligado a outra, afinal estamos todos interligados, seja por um simples bom dia , ou um olhar desconhecido sei que todos nos conhecemos, mesmo que não seja de imediato, mas sei que somos todos, um todo!
 Um abraço e LUTEM , sempre! Afinal lutamos diariamente!
                                                  ^^





sexta-feira, 24 de junho de 2011

"La Humanidad"















-- Agrupando essas ilustres tirinhas não tenho nem o que comentar sobre "La humanidad".
....
....
Bueno, não aguentei rs... sempre tem alguma coisinha para falar.

No curso de Espanhol a professora Simone disse que eu parecia com a Mafalda rs( não que seja baixinha), mas pelo jeito "sutil" da querida Mafalda de opinar a respeito da sociedade , do mundo etc.
 Quando ela disse isso cheguei em casa e como estava um tempo se escrever no blog, resolvi colocar as melhores tirinhas dela. E o tema foi??? -- " A Humanidade"( se é que existir néh? rs, deixamos de lado por enquanto).
 Postei várias tirinhas engraçadas, entretanto com o mesmo assunto, pois se for parar para perceber todo verdadeiro assunto da tal "humanidade" termina em??
 --Não funciona--Erro --
Bom, nem dá para concluir.
Brincadeira.. dá sim. -- merda x merda.
Ah, antes de terminar .. um ótimo quadrinho para reflexão filosófica e "La Humanidad" com o grande Calvin =)




... Então resolvi postar algo totalmente diferente , pois minhas histórias (crônicas) estão acabando rs(por um tempo) e porque isso está me inspirando para mais duas novas histórias.
 Outra coisa que me inspirou a escrever foi a aula de Sociologia e Filosofia. O 1º dia de aula de Sociologia o
 professor perguntou o que era Sociologia pra gente. Então como sempre gostei do assunto da tal " humanidade", coloquei a minha opinião sem aspas. Respondi que era o estudo da HUMANIDADE(literalmente pela palavra néh). O professor disse que estava corretissímo. Logo depois, perguntou o que estava ligado a humanidade. Respondi: Cultura, religião, idiotices( minto, não falei isso) e cidadania. Ele disse: exatamente Suzana.( ele gravou meu nome no primeiro dia.*-*).
  Achei engraçado o modo de a maioria dos alunos não responderem nada. Como não responderam? Eles são os próprios agentes dessa triste história da humanidade e nem falaram nenhuma das M* que a humanidade é composta nos dias atuais.
 Na aula de Filosofia a professora perguntou sobre o que era filosofia , filosófo e blá, blá, blá.
 Ela então disse que filosofo era uma pessoa sábia e que tinha o hábito de querer saber mais do que o básico, literalmente filosofar.
 Como a maioria dos alunos da minha sala só tinham o senso-comum da coisa não entenderam M* nenhuma e ficaram fazendo graça com aqueles ditos da professora e só porque um menino fez uma música de funk com vários rimas, história rela da comunidade e ritmo legal, disseram que o menino era um " filosofo"???????????????
 -_-''  -___-''... Eles realmente não sabiam o que era filosofar, procurar sair do senso-comum e nem o que eles mesmos eram. Nem arte aquilo era , nem lixo aquilo era , pois o lixo até pode ser reciclado.
Devo admitir que ele procurou sair do senso-comun, e conseguiu . Foi para o fim do túnel.

 As ideias que estavam em minha mente se uniram e ....
  Cheguei em casa e anotei minha opinião "revoltada" rs.

  Para terminar, então juntei os dois acontecimentos depois de uns dois dias e deu nisso. Um desabafo um pouco confuso, pois só em tentar ainda entender "la Humanidad" minhas ideias se desencontraram.
  Espero que gostem, pois fui um pouco ousada nesse post.
 
Quem escreveu isso?? Eu? Bom, se revoltar é legal as vezes.
Ah! e para finalizar(agora eu vou parar é sério ^^) , NÃO SEJA LEVIANO COM O CORAÇÃO  DE NINGUÉM E NEM ATURE GENTE DE CORAÇÃO LEVIANO.
^^ Não sei porque eu escrevi isso , mas tudo bem, está aí.. pense...=*


quarta-feira, 22 de junho de 2011

Psicologia e Teosofia
         Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos de menos.
         Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
         Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos frequentemente e não aprendemos a perdoar. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver. Fomos e voltamos à lua, mas temos dificuldade em falar com o vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
         Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Sujamos o ar e poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não o preconceito; aprendemos a nos apressar, mas não a esperar.
         Construímos mais computadores para armazenar mais informações, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos, aprendemos menos, realizamos menos.
         Estamos na era do fast food e da digestão lenta; do homem poderoso, mas de caráter pequeno, dos lucros acentuados e das relações vazias.
         Essa é a era de casas chiques e lares despedaçados. É a era de viagens rápidas, moral descartável, dos cérebros ocos e das pílulas mágicas.
         Vivemos uma era em que é possível levar esta mensagem até você, e uma era que lhe permite compartilhar esta reflexão com outros ou simplesmente clicar delete.
         Mas lembre-se de que o tempo passa rápido. Por isso lembre-se de passar tempo com as pessoas que você ama, pois elas não estarão aqui para sempre. Nem você. Lembre-se de dar um abraço carinhoso num amigo. Mas, em primeiro lugar, AME.
         O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas amar tudo que você tem. Aproveite.



-- Bom essa é a vida, ou melhor a vida de hoje e de muitos. Você quer está aí? Não fuja apenas encare de uma vez diga SIM ou Não pra você. Hoje  você tem a chace de falar amanhã já era. O tempo passa e já está passando pra você ou até ... passou. Pense ou então nem precisa, meia palavra basta, neste caso, porque na sua escolha não há meio termo.
^^



sexta-feira, 4 de março de 2011

                La lastimación del la Mafalda. -_-'  /  = P




---Basta meia hora assistindo a qualquer noticiário da TV para concordar... =/
=)

quinta-feira, 3 de março de 2011

Reencontro
A noite estava quieta. Nenhum rumor na rua deserta, apenas o meu fiel amigo que gritava feito louco dentro do meu peito. A proteção que o submetia era o meu vasto e preciso pensamento consciente, que o impossibilitava de se libertar. Era um verdadeiro duelo interior onde estava em jogo a coisa mais importante que cultivamos dentro de nós, o amor.                    
 O medo de pular de olhos abertos no vazio e enxergar a luz no fim do túnel, era tenebroso. O coração gritava e derretia-se de desejo pela grande aventura de se libertar. Já a razão descobria prós e contras para a criação da insegurança. Acelerava-se o coração, a cabeça latejava e o meu verdadeiro “eu”, não estava ali ainda. A corrida para a resposta estava cada vez mais acirrada e o duelo dos protetores do “eu” estava doloroso.
Tentava unir os dois pensamentos para só assim, achar-me.                Naquela rua deserta estava eu, sentada na singela escadinha da minha casa, olhando para a rua, entretanto pensando como encontrar-me. Um vento carinhoso passa em meu rosto, fecho os olhos rapidamente e encontro a minha alma. Ela está lá, pensativa e calma Assistindo o desfecho duelo.  Derrepente tudo se apaga eu abro os olhos e o vazio sorri para mim.                                                                                              
Todo aquele amor afagante fazia com que toda vez que pensasse nele encontrasse o meu “eu”. Eu estava lá. Composta de amor, razão, coração e insegurança.                            
O questionamento e a proteção do meu bem preciso, fazia com que ao perder o meu “eu”, encontra-se o céu, o amor e a minha alma.
                              

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

“O pique - esconde acabou”


          “O pique - esconde acabou”


     Cansada do turbulento dia de trabalho, pessoas egoístas de um lado para o outro querendo te apunhalar pelas costas, resolvi fazer o trabalho da faculdade fora de casa e aproveitar para respirar um pouco e então saí.     
   Em meus devaneios de reflexões, fui até uma pracinha perto de casa, a praçinha estava vazia havia apenas uma menina bastante sonhadora, estava descalço no balanço de olhos fechados sorrindo. Achei muito parecida aquela cena com alguma época da minha vida, mas então dei um sorriso e resolvi fazer o trabalho logo.
   Havia levado minha mochila e por coincidência acabei levando o meu diário, um caderno e um lápis. Acabei jogando o trabalho para o ar, pois achei que não era uma coincidência e isso era sim uma sincronicidade do destino, aquela cena havia uma mensagem. Como já estava cansada do trabalho, problemas, casa,, etc. Aquele estresse estava até me fazendo mal , estava tratando mal que realmente queria me entender , amigos e outros, então resolvi escrever e voltar aos velhos tempos.
   Então comecei...
   As coisas passam, você passa pela vida e a vida rapidamente passa por você, como num balanço na pracinha... Quando eu era pequena corria descalço pela areia daquela praça... Sentava-me e fechava bem os olhinhos e dava gargalhadas de alegria. Naquele tempo eu podia voar, eu podia brincar, eu podia sonhar mais, até poderia ser uma linda princesa porque a minha alma estava tranquila e sem nenhum se quer problema, pois eu nem sabia o que era essa monstruosa palavra, na verdade nem sabia o que era palavra. Então eu ia passando pelos pequenos estágios da vida. Brincava de casinha com meus pequenos brinquedos, não tinha amiguinhos, adorava brincar somente eu e os anjinhos, pois já começava a perceber que a linda mamãe ia aos poucos me deixando comer sozinha, caminhar sozinha e dormir sozinha. O que será que houve com a “linda mamãe”, porque meus irmãos a chamava de “mãe“? Pois então agora ela era “Mãe”. Começo então a falar mais e mais e aquela coisa chamada “chupeta”, “mamadeira”, acabou sendo das minhas “filhinhas”, e eu era a “mamãe”, por enquanto. Brincava e brincava e derepente passaram-se alguns outros estágios e eu continuava a brincar e a pensar porque eu estava maior, porque eu ainda continuava á brincar, por quê? Mais sorria e continuava a brincar mais agora brincava com muita vontade para esquecer algumas coisas da escola, como probleminhas de matemática. É, escola, agora eu estudava, á um bom tempo havia  aprendido á ler e a escrever corretamente. Muito entusiasmada com os estudos, fiquei com o hábito de quando tivesse algum problema ou algum acontecimento colocaria em meu diário. Colocava tudo nele e eu adorava escrever histórias, amava.  
Agora eu estudava, escrevia em meu diário, ajudava minha mãe a arrumar a casa e ainda brincava. Certo dia resolvi conversar com uma coleguinha da escola e então fui até a casa dela brincar. A partir daquele dia ela passou a ir todos dias lá em casa, almoçava, jantava e até dormia lá. Foram uns três ou quatro anos mais ou menos, Anos novos, Natais, ela sempre estava lá andávamos de um lado para o outro na rua, olhávamos o ceu, comiamos muito escondido, corríamos rindo dos fogos e na meia-noite atacamos a geladeira de novo, e ela dormia lá em casa. Conversávamos, mas eu era um pouco fria com ela ás vezes. Não sem porque, mais eu era assim, foram poucas as vezes que nos abraçamos e eu nunca havia a chamado de “Amiga”. Eu era muito estranha, pensava em tudo, aos detalhes, e achava essa palavra muito forte e ao mesmo tempo não sabia o verdadeiro significado. O tempo foi passando ela estava sempre ao meu lado, mesmo com as briguinhas. Com um dos estágios da vida, nós paramos de brincar de casinha e tal, fiquei um pouco triste mais aos poucos eu entendi.
 Na nova escola começou a onda de “ficar”, “namorar” e ela começou a ver que ela esta virando adolescente e então foi nessa onda e eu... Nunca quis participar dessa nova onda. Podiam me chamar do que quiser mais eu nunca quis mudar minha opinião.
 Comecei a perceber que ela estava mudando se distanciado aos poucos e que eu estava começando a perceber que ela era minha “Amiga”, mas não tomei a iniciativa de falar algo. Problemas aconteceram ao longo do tempo e sem se quer brigarmos os problemas ocorridos tomaram conta do nosso tempo e a nossa amizade foi indo embora, como uma folha seca em ventania. A última coisa que falei para ela foi: “Calma, vai ficar tudo bem”. Ela mudou. Ela não era mais a minha amiguinha para brincar de casinha, só eu que pensava que ela ainda era uma criança. Ela dizia que eu era muito certinha e eu, era. Mas tinha medo, estava tendo medo da mudança dos estágios da vida. Eu era durona por fora, mas por dentro gostava muito dela. Eu nunca pensei que ela iria se afastar. Eu demonstrava que eu não gostava da amizade dela. Ela era muito legal, a amizade dela me fazia bem, ela era a verdadeira amizade e eu não havia percebido claramente. Fui continuando a viver, passei por um grande problema e como já estava desestabilizada lembrava-me de tudo que passamos juntas e chorava, ela estava fazendo falta. A amizade dela era importante, ela era a minha AMIGA. Como isso doeu.
   Hoje percebo que demorei muito pra entender uma pequena palavra e hoje eu a entendo perfeitamente. Conheci várias pessoas outras grandes amigas e amigos e eu sei que essas amizades foram e são importantes e que quando são verdadeiras não têm definição nem explicação sobre o que sentimos.
A vida é algo inexplicável. “Eu pensava assim: “Ontem eu tinha medo de não ser mais criança, hoje eu tenho medo de ser adulto e amanhã vou querer reescrever toda essa frase e dizer:” Não, eu não vou dizer nada, sou vou esperar”.
   Certo dia estava em uma festinha de criança e então me sentei perto do pula-pula e todas as crianças pulavam com muita alegria e a pureza dos olhinhos me contagiava. Mas uma coisa me chamou mais atenção, foi um garoto devia ter uns 13 anos ele não estava dançando nem de olho nas “gatinhas” como fazem os garotos hoje em dia, ele ficava ali vidrado naquela rede do pula-pula, olhando fixamente. Todas as crianças entravam e ele ficava na fila inutilmente, pois o senhor do pula-pula, o excluía friamente sem se quer olhar para a cara dele. O menino ficou mais de meia hora e nada. Eu apenas observava de longe aquela cena. Então a mãe dele chegou rindo e puxou o braço do menino e falou: - Você não é mais criança, ouviu? Saia daí agora!-
Senti que aquela frase havia o machucado muito. Parei de observar e fui até lá. Pedi licença a sua mãe e pedi para o senhor do pula-pula que abrisse para a gente.  Pois então, ele enxugou suas lágrimas e nós entramos  alegremente e pulamos, pulamos rindo e eu fechei meus olhos e minha alma havia estado como nas vezes que ia no balanço da velha pracinha e nas vezes que brincava com a minha “AMIGA”. Naquele momento me senti leve, sem nenhum problema. Problema? É dessa vez já sabia o que significava e então foi mais emocionante ainda.
Depois de um bom tempo saímos e ele disse: - Obrigado, Tia-
È agora eu era “tia”, mas havia me sentido como uma criança.
Na hora que estava saindo da festa começou a chover e então eu rodopiei na poça d’água, abri os braços olhei para o ceu, sorri e chorei, eu desabei. Estava no mundo real e aquilo ainda me dava aquele “medo” então eu senti que eu ainda podia sonhar, não só eu, mas todo mundo pode sonhar, não importa nada é só se entregar para o seu sonho.
Toda molhada peguei um ônibus e quando cheguei a minha casa vi umas crianças brincando de pique - esconde e então eu disse para a minha sobrinha: - Vamos entrar está chovendo- Ela respondeu: - Tá bom, Tia- Então eu falei: - Vamos pessoal o pique - esconde acabou. Amanhã vocês brincam mais -
Eles entraram e quando eu ia fechar o portão, falei baixinho sorrindo:
“O pique – esconde acabou”.
Acabando a história, fique muito feliz, pois eu realmente percebi que “o pique – esconde acabou“ e os velhos e bons tempos vão ficar guardados em um lugar muito especial o meu coração.
Voltei para casa dei um forte abraço na pessoa que sempre estava ali me esperando e esperando que eu me encontra-se, decidida e lúcida disse e comecei a fazer o que eu pensava que fazia, ma não sabia o que significava. Então disse: – Vamos Viver!-
Ele deu um sorriso olhou para o meu diário, e ele ainda estava na página da história, então ele falou: - Vamos sim. O pique - esconde acabou! E não devemos fugir do nosso destino- Nós sorrimos e então, meses depois fizemos uma coisa que muitos pensam e poucos fazem. Adotamos uma criança, uma menina, e curtimos a vendo brincar de pique – esconde, e sorrimos lembrando a velha história.
A vida realmente passa e passou. Sempre estava cercada por dois maçantes casos e nunca parei pra perceber que esses dois casos eram enigmáticos e um deles podia se lembrado, mas com cautela para não lancear-me e sofrer. Estava integramente focada em duas dádivas da vida e estava cega e esquecendo-se de uma coisa que estava na minha frente de baixo dos meus pés e era o alicerce de lembranças e possíveis acontecimentos.
Acabei descobrindo que o passado, bom... Esquece, é assim que têm que ser. Fiz uma verdadeira reciclagem peguei a boas lembranças e guardei no verdadeiro baú da felicidade, o coração.
Acabei aprendendo depois te muitas idas e vindas que eu não sei sobre o futuro e apenas tento adivinhar e adivinhar é o que me fortalece e por isso faz com que eu crie planos e planos para o almejado futuro. O futuro pertence ao Criador, e ele só revela em ocasiões extraordinárias. Não sei como adivinhar o futuro, só fico na expectativa de ser como espero.
O terceiro caso que nunca soube e que agora tento compreender aos poucos é que a resposta do futuro e compreensão do passado se resumi em uma palavra “sinal”.
Pelos sinais do presente é que estão as respostas. Os três casos são especiais mais e dádiva que os concretiza é o presente. No presente é que está o segredo; se você prestar atenção no presente, poderá melhorá-lo, para que o passado seja lembrado com muito orgulho. E se você melhorar o presente, o que acontecerá depois também será melhor. Esquecer o futuro é viver cada dia de sua vida nos ensinamentos da Lei, e na confiança de que Deus cuida de todos. “Cada dia traz em si a Eternidade.”
E é assim que vou terminando a minha história, vivendo cada dia e trazendo a eternidade em todos os momentos Futuro, Presente e ah... Esquece o Passado. Cada momento de busca é um momento de encontro e eu... Encontrei-me.



                                                                                                




segunda-feira, 31 de maio de 2010

A verdade sobre a verdade

O que é a verdade? Quantas vezes já acreditamos em coisas que mais tarde descobrimos serem bem diferentes daquilo que pensávamos? Quantas vezes a "ciência" nos provou por meio de estudos e experimentos "científicos" que certas coisas seriam improváveis e até impossíveis de acontecer e errou?
Não é preciso se esforçar muito para lembrar de fatos como o ocorrido na década de 30, no qual um notável físico da época provou por meio de cálculos físicos e matemáticos que era impossível existir televisor a cores, ou de um artigo publicado na revista "The WestingHouse Engineer" no final da década de 50 onde utilizando-se de todo o conhecimento adquirido até a época e com base em cálculos físicos e matemáticos, foi provado que um computador jamais superaria a impressionante marca de 1MHz de velocidade de processamento.
A verdade é que a verdade está em cada um de nós. Depende de nossas vivências, nosso conhecimento, experiência e bagagem. Cada pessoa possui sua própria verdade, e tudo aquilo em que uma pessoa acredita passa a ser a sua verdade. O que nós não podemos fazer é "parar" no tempo, nos fechar para outras possibilidades e idéias, pois o que hoje acreditamos ser o correto, pode ser provado amanhã o contrário. Na busca intelectual de fatos e verdades, devemos ser honestos com nós mesmos.
"A corrente de ferro da Verdade, que nós (homens) qualificamos de invariável, nos mantém cegos em um círculo vicioso. Tecnicamente pode-se ter razão nos fatos e, no entanto, estar-se eternamente equivocado na Verdade" (Operação cavalo de Tróia 3 - J.J.Benítez). Devemos parar de temer a Verdade. A Verdade é nossa amiga e nossa aliada. "O Homem permanece no recanto das trevas por medo que a luz da Verdade lhe faça ver coisas que desmoronariam as suas conjecturas" (OVNIs: S.O.S. à Humanidade - J.J.Benítez). Na busca intelectual de fatos e verdades, devemos ser honestos com nós mesmos.
"Devemos ter ciência que a Verdade não é propriedade de ninguém, de nenhuma raça. Nenhum indivíduo pode reclamar sua exclusividade. A Verdade é a natureza simples de todos os seres..." (Swami Vivekananda - Mestre Indu)

domingo, 30 de maio de 2010

Pensando

Dia nublado, não há nuvens, apenas vento que nos trás um leve calafrio e lembranças.
Sentada no alto de minha casa na varanda, ouço uma daquelas músicas boas que nos trás uma nostalgia imensa.
Coloco meu capus e encosto na pilastra da varanda, olho as estrelas. O Céu está lindo e o tempo com um toque carinhoso lança um leve vento em meu rosto, me sinto meio que triste e aliviada, não sei decifrar o que sinto, só sei que sinto, e é maravilhoso.
Olho para baixo..., chega ser engraçado, vejo um homem colocando uma churrasqueira no canto de uma modorrenta esquina, consigo vêm acompanhado de vasilhas de carnes, palitos e queijos... Põe carvão, fogo e começa a colocar os espetinhos de carnes e queijos, com um singelo e puro sorriso, vira os espetinhos cantarolando e esfregando uma mão na outra, só vão um ou dois pessoas comprar um espetinho ele continua com o seu puro sorriso no rosto. É um homem comum, tentando ganhar algum dinheiro.
Perto daquela esquina, vejo um casal, um casal? Porque naquela modorrenta esquina? Sentados no paralelepípedo um olhando para outro com olhares de ternura e respeito, dividem um espetinho de carne, trocam carinhos e dão risadas... Abraçam-se por causa daquele carinhoso vento, se põem á olhar o céu.
Ai, ai quanta pureza e quanto amor... Volto para meu cantinho e olho para o escuro horizonte, luzes ao fundo, e lá no fundo uma estátua..., á observo atentamente, um homem de braços abertos? Não é um homem na estátua e sim, “O HOMEM”... O CRISTO, ao fundo, mesmo de longe junta á minha paz na dele.
Quanta beleza á minha volta, e eu nunca ás percebi. Tento segurar minhas puras lágrimas..., mas elas escorrem o meu frio rosto e ás sinto, com um grande aperto em meu peito.
Uma modorrenta esquina? Uma fria e esquecida varanda? Dia nublado, chato? Um homem engraçado? Um casal maluco? Um escuro e feio horizonte?
Penso... Dou risada... Retomo á minha simples e fria varanda ao alto de minha humilde casa... Encolho-me na pequena cadeira, fecho os olhos e volto á ignorar e apreciar as singelas coisas de um único lugar...
Meus pensamentos e minha paz... Às vezes os perco por um momento, mais o mais emocionante é encontrá-la.
Coisas simples, muitos não param para perceber, mas quando querem parar para vê-las... Já passou... Como o vento.
A modorrenta esquina, a fria e esquecida varanda, o dia nublado, o homem engraçado, o casal maluco e o escuro horizonte... Tornam-se coisas super importantes e fazemos de tudo para tentar vê essas coisas “simples”...
Coisas simples... Entretanto com muitas coisas bonitas escondidas, no simples sorriso, na simplicidade de uma pessoa e na bela e formosa natureza.
Fecho á porta, desligo minha música, entro feliz e vou descansar meu corpo, porque minha alma, já foi lavada e acolhida pelas simples coisas de um dia nublado, escuro horizonte, simplicidades e seus componentes...
Ás deixo lá fora para que outros passem á observá-la.
A lua fica, e o formoso céu de estrelas cativantes também... Eles brilham intessamete...
As coisas simples continuam... E eu... Fecho os olhos e sonho.